24 de Maio de 2024
Chega diz ser "parte da solução" e defende que "diálogo leva à estabilidade"
Lusa

Autor do Artigo
383

O líder do Chega/Açores afirmou ontem que o partido é “parte da solução” e que está no parlamento para “trabalhar e não para atrapalhar”, defendendo que o “diálogo leva à estabilidade política e governativa”.

“Estamos aqui para trabalhar e não para atrapalhar, mas não abdicamos da nossa ideologia nem do nosso papel fiscalizador. Achamos desde sempre que só o diálogo leva à estabilidade politica e governativa”, afirmou José Pacheco.

O deputado falava na Assembleia Legislativa, durante as intervenções finais do debate do Plano e Orçamento da região para 2024.

“Iniciámos este Plano e Orçamento para 2024 com três palavras. Diálogo, estabilidade e compromisso. Iniciado o diálogo depois do chumbo do último Orçamento, o Chega nunca virou as costas ao mesmo”, acrescentou.

José Pacheco alertou, contudo, que a “estabilidade não pode ser a qualquer custo” e exigiu “respeito” pelo partido, uma condição “que no passado não aconteceu”.

“Esta nossa terra precisa de ideias para o futuro. Contudo, durante esta semana perdemos demasiado tempo com arqueologia e a tirar esqueletos do armário. Para governar bem é preciso fazer melhor”, defendeu.

Segundo disse, o Chega “vai continuar vigilante relativamente ao despesismo e o caciquismo”.

“A administração pública não pode continuar a engordar e a ser uma agência de emprego”, avisou.

José Pacheco evocou o incêndio no hospital de Ponta Delgada, pedindo para que se “apurem eventuais responsabilidades e se tomem medidas preventivas”.

“Não podemos impedir os sismos e outras catástrofes, mas temos de ser proativos na manutenção dos nossos edifícios públicos”, advogou.

O deputado do Chega defendeu a recuperação “rápida” do hospital e defendeu que os centros de saúde e os outros hospitais da região “não podem ficar esquecidos”.

O parlamentar apelou ainda aos partidos para “deixarem de fora as camisas partidárias” durante a discussão sobre o hospital de Ponta Delgada.

“Os açorianos não iriam compreender que neste momento tão difícil estivéssemos aqui a discutir a pequena política”, assinalou.

O também líder do Chega nos Açores elogiou a inclusão na proposta de Orçamento da iniciativa do partido para aumentar o complemento regional de pensão, mas insistiu na necessidade de aumentar a fiscalização na atribuição do Rendimento Social de Inserção.

José Pacheco pediu ainda medidas perante as dificuldades no rendimento dos agricultores e pescadores.

"Somos e sempre seremos parte da solução. Jamais fonte de problemas. O nosso compromisso não é com o governo, mas sim com os açorianos", declarou.

O líder do Chega/Açores afirmou ontem que o partido é “parte da solução” e que está no parlamento para “trabalhar e não para atrapalhar”, defendendo que o “diálogo leva à estabilidade política e governativa”.

“Estamos aqui para trabalhar e não par…





Para continuar a ler o artigo torne-se assinante ou inicie sessão.
Pode tornar-se assinante por apenas 7€ por mês.

Contacte-nos através: 292 292 815 ou jornalincentivo@gmail.com.




Outras Notícias
Área de controlo no Atlântico pode reduzir emissões poluentes na zona marítima portuguesa
.
Governo dos Açores aumenta majorações para fixar médicos na Graciosa e Faial
.
Atrasos no transporte marítimo de mercadorias sem solução
.
Francisco César é candidato único à liderança do PS/Acores
.