16 de Novembro de 2022
Região autónoma dos Açores quer melhorar combate à pobreza
Lusa

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O Governo Regional dos Açores quer imprimir uma nova dinâmica na estratégia de combate à pobreza e exclusão social, com o apoio dos investigadores da Universidade de Coimbra, através de um protocolo assinado ontem, revelou o vice-presidente.

“Vamos tentar fazer algo de novo, que não seja, pelo menos, igual ao que foi feito durante 37 anos e que nos dê a esperança e o alento de mudar alguma coisa. É mesmo para mudar, senão não vale a pena”, afirmou Artur Lima, que tutela a área da Solidariedade Social, em Angra do Heroísmo, à margem da assinatura de um protocolo de cooperação com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

O vice-presidente do executivo salientou que o combate à pobreza “não se pode fazer apenas com medidas assistencialistas”, defendendo uma intervenção articulada entre as pastas do Emprego, da Educação e da Segurança Social.

“Custa-me que uma terra tão extraordinária como a nossa, com tantas oportunidades, leve sempre com a mesma etiqueta há 37 anos. É tempo demais. Vamo-nos esforçar para trazer alguma mudança”, frisou.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos a 2020, os Açores apresentavam uma taxa de risco de pobreza de 21,9%, menos 6,6 pontos percentuais do que em 2019.

O anterior executivo açoriano, que governou a região até 2020, lançou uma estratégia regional de combate à pobreza e exclusão social para o período entre 2018 e 2028.

Um grupo de trabalho do atual governo reavaliou a estratégia e esse trabalho preliminar será avaliado, durante um ano, pelos investigadores da Universidade de Coimbra, que contam com a colaboração de equipas locais.

O trabalho vai permitir, segundo o vice-presidente, consolidar a estratégia de combate à pobreza, “na definição de objetivos ou eixos de ação” e na “formulação de medidas práticas”.

O Governo Regional dos Açores quer imprimir uma nova dinâmica na estratégia de combate à pobreza e exclusão social, com o apoio dos investigadores da Universidade de Coimbra, através de um protocolo assinado ontem, revelou o vice-presidente.

“Vamos tentar fazer algo de novo, que não seja, pelo menos, igual ao que foi feito durante 37…





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